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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Valorização das Culturas dos Povos Indígenas

Farmanguinhos lança site para rede sobre fitomedicamentos

"Com o objetivo de estruturar a interlocução entre os atores dos seis biomas brasileiros, o Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS), vinculado ao Centro de Produtos Naturais do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) estruturou, por meios de recursos do Fundo Nacional de Saúde, o Escritório de Gestão em Redes Fito (EGRF). O escritório criou o Portal Rede Fito, que busca estabelecer as conexões estratégicas necessárias para o pleno andamento da rede e mapear os atores que possam constituir os conselhos referentes a cada bioma.

O NGBS, pelo que lhe foi atribuído pela Portaria MS/GM No 1.274, de 25 de junho de 2008, trabalha no sentido de articular com diversos segmentos a formação de uma rede de biodiversidade, tendo como recorte estrutural os seis biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata atlântica, Pampa. Para cada bioma em questão, foi instituído um grupo gestor local, os quais deverão realizar o monitoramento das ações no território referente a cada bioma e repassá-los para o EGRF, que fará a gestão global das redes a serem formadas, no sentido de sistematizar as informações necessárias para a manutenção do fluxo de informações.

O portal traz seções sobre cada bioma brasileiro, informando sobre a realização de cursos, eventos e notícias sobre fitomedicamentos. Acesse o Portal Rede Fito".

Fonte: http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/materia/?origem=1&matid=18400

domingo, 23 de agosto de 2009

Parlendas

"As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Possuem uma rima fácil e, por isso, são populares entre as crianças. Muitas parlendas são usadas em jogos para melhorar o relacionamento entre os participantes ou apenas por diversão. Muitas parlendas são antigas e, algunas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo.


Parlendas com os alunos da Escola Irene Ortega de Mirassol D'Oeste-MT

Alguns exemplos de parlendas:

Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, chegou minha vez
Sete, oito, comer biscoito
Nove, dez, comer pastéis.

***

Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou?
Uma delas diz um número e as duas, sem soltarem as mãos, dão um giro completo com os braços, num movimento gracioso.
Repetem os giros até completar o número dito por uma das crianças".

Fonte: http://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/parlendas.htm

PARTEIRAS DO RIO GRANDE DO SUL

Documentário que retrata a história de antigas parteiras do estado do Rio Grande do Sul. Diferentes mulheres que trouxeram ao mundo milhares de vidas.

Este documentário fez parte da exposição "Mulheres e Práticas de Saúde", no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul. (www.muhm.org.br)



Direção: Felipe Henrique Gavioli Roteiro: Felipe Henrique Gavioli/Marli Gavioli Pesquisas e Entrevistas: Éverton Quevedo Documentário que retrata a história de antigas parteiras do estado do Rio G...
Direção: Felipe Henrique Gavioli
Roteiro: Felipe Henrique Gavioli/Marli Gavioli
Pesquisas e Entrevistas: Éverton Quevedo

BENZEDEIRAS E BENZEDURAS

Fez parte da exposição "Mulheres e Práticas de Saúde", no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul. (www.muhm.org.br)



Direção e Roteiro: Felipe Henrique Gavioli
Pesquisas e entrevistas: Éverton Quevedo

Folhas e Rezas

Documentário (em 3 capítlos) da Cia BELUNA de Arte sobre a preservação da prática das rezadeiras e a crença na cura através do poder das plantas e das rezas






As Rezadeiras de Campina Grande



Matéria exibida pela TV Itararé/TV Cultura, sobre o 17° Encontro da Nova Consciência, realizado todos os anos sempre no período do Carnaval, em Campina Grande-PB.

http://novaconsciencia.multiply.com/

Jongos, Calangos e Folias. Música Negra, Memória

Jongos, Calangos e Folias. Música Negra, Mamória e Poesia é um documentário realizado pela Universidade Federal Fluminense, através do Laboratório de História Oral e Imagem ( http://www.historia.uff.br/labhoi ) e do Núcleo de Pesquisa em História Cultural ( http://www.historia.uff.br/nupehc ), com o apoio do Edital Petrobrás Cultural/2005. O filme coloca em diálogo, através de jongos, calangos e folias de reis, a memória e a história da última geração de africanos, chegada ao Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX. Dá especial atenção à poesia presente nestas manifestações que saõ preticadas ainda hoje, no Rio de Janeiro, por muitos dos descendentes daqueles últimos escravos.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Municípios apostam em ervas medicinais

FARMÁCIA QUE BROTA DA TERRA

Pitadas de ciência, colheradas de sabedoria popular e doses de tecnologia. Os bastidores do Programa Farmácia Verde, em Ipatinga, no Vale do Aço, a 210 quilômetros de Belo Horizonte, guardam fórmulas e segredos que contribuem para a qualidade de vida de pelo menos 36 mil moradores. A Secretaria Municipal de Saúde colhe os frutos de um programa baseado na fitoterapia desenvolvido há 15 anos, que conquistou milhares de adeptos. Plantas comuns, cultivadas em uma horta do município, se transformam em protagonistas para a cura de várias moléstias.Se depender dos poderes medicinais de ervas como arnica, alfavaca, camomila e espinheira-santa, a saúde da população está garantida. No viveiro municipal são cultivadas 45 plantas paran serem transformadas em medicamentos. No espaço, foi construído também um prédio no qual a matéria-prima é manipulada. A supervisora e responsável técnica pela Farmácia Verde, Dilvânia Recorde Batista, formada em farmácia e especialista em bioquímica, afirma que são produzidos, por ano, 75 mil vidros de tinturas – conhecidas popularmente como extratos –, além de 700 quilos de cremes e pomadas medicinais. “O interessante desse trabalho é que a Farmácia Verde harmoniza o conhecimento popular com o científico”, afirma Dilvânia.Ela explica que o trabalho começa no viveiro, onde jardineiros da prefeitura fazem a coleta. Em seguida, as ervas são lavadas e desidratadas. “Fazemos tudo aqui mesmo. Os insumos são manipulados, adequamos a concentração dos princípios ativos e fracionamos as substância em cremes, pomadas e tinturas. Com tudo pronto, o material é encaminhado às 19 unidades básicas de saúde da cidade e distribuído aos pacientes por meio do SUS”, explica a supervisora. Dilvânia acrescenta que, para prescrever os medicamentos, os médicos passam por um curso e são treinados para orientar os pacientes. “O profissional não é obrigado a receitar apenas remédios fitoterápicos. Mas percebemos que, a cada dia, a adesão dos médicos aumenta e profissionais fora da rede pública começam a adotar a terapia pelas plantas. Além disso, promovemos palestras educativas para estudantes, grupos de hipertensos e diabéticos”, afirma. A interação com a população é tamanha que, quando há surtos de piolhos em creches e asilos, a primeria opção é usar os produtos manipulados pelo Farmácia Verde.O investimento do Ministério da Saúde no estudo de ervas brasileiras é destacado por Dilvânia. “Infelizmente, as pesquisas sobre as plantas medicinais no país ainda não estão completas. Para se ter uma idéia, o estudo de apenas uma espécie vegetal dura, em média, 12 anos. Mesmo assim, o governo prevê que podemos transformar em fitoterápicos as plantas que já são usadas tradicionalmente pela população”, assegura a bioquímica.Ela diz que há muitas vantagens no uso da fitoterapia. “O uso de plantas é um agregador de valores, ao contrário dos remédios sintéticos. Tem caráter de doação e também cria-se um vínculo com a comunidade. O efeito tóxico é menor para o paciente, além de ser mais econômico para o município”, observa a supervisora.
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